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terça-feira, 19 de junho de 2012

Unesp disponibiliza materiais didáticos gratuitamente na internet

Unesp disponibiliza materiais didáticos gratuitamente na internet: Entre os materiais disponíveis estão mais de 17 mil itens educacionais, como mapas, imagens, softwares e animações, 300 videoaulas, 300 textos e 138 livros digitais.

Química: desafios em energia e clima

Química: desafios em energia e clima: A resposta para alguns dos principais desafios da humanidade no século 21 passa pelos avanços do conhecimento na química.

O que se espera da Química no futuro?

O que se espera da Química no futuro?: São questões globais que envolvem toda a sociedade, como as mudanças climáticas, o desenvolvimento sustentável e a produção de energia.

Descoberta de brasileiros pode ajudar a reciclar CO2

Descoberta de brasileiros pode ajudar a reciclar CO2: O excesso de CO2 contribui para as mudanças climáticas. Mas, se capturado, ele pode se transformar em uma importante matéria-prima industrial.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Curso Gratuito: Ciência e Tecnologia


Curso Gratuito: Ciência e Tecnologia 

O curso de Ciência e Tecnologia trata da reflexão sobre o fazer ciência. Tenta, dessa forma, ver tantos os fatores que a determinam como os caminhos por ela percorridos até nossos dias.

O objetivo do curso é analisar questões relativas à produção do conhecimento e as influências positivas e negativas da ciência e da tecnologia ao longo da história da humanidade.

Cursos gratuitos 

Education-Portal.com OpenCourseWare People's Choice Award Most Innovative Winner
A Fundação Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a ser membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), o consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet.

Membro desde julho de 2008, o FGV Online venceu, em 2011, a primeira edição do OCW People´s Choice Awards, premiação das melhores iniciativas dentro do Consórcio, na categoria de programas mais inovadores e de vanguarda.

Para ter acesso ao que o FGV Online oferece a você nesse Consórcio, veja as opções abaixo. Em caso de dúvidas, consulte a página de Dúvidas Frequentes.

Autor: Elisabeth Santos da Silveira

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Cientistas pedem ação contra escassez de água e energia


Cientistas pedem ação contra escassez de água e energia



Cientistas de 15 países fizeram na quinta-feira um apelo por uma melhor resposta política a problemas como o fornecimento de água e energia para um planeta que deve chegar a 9 bilhões de habitantes dentro de 30 anos.
A declaração conjunta de algumas das principais academias científicas do mundo foi emitida na véspera de uma cúpula do G8 nos Estados Unidos, e é parte de um esforço anual que busca chamar a atenção dos líderes mundiais para questões que a comunidade científica considera cruciais.
Pela primeira vez, os signatários argumentam que a iminente escassez de água e energia deve ser tratada como um só assunto. "Grandes pressões sobre a disponibilidade de energia e água já estão sendo sentidas em muitos países e regiões, e mais são previsíveis", disse a declaração.
A matriz energética mundial é formada basicamente por combustíveis fósseis, energia nuclear e energia hidrelétrica, e todas elas precisam de muita água para resfriamento ou para alimentar turbinas. Analogamente, o bombeamento, purificação e dessalinização da água exigem grandes quantidades de energia.
"Sem considerar água e energia juntos, ineficiências vão ocorrer, aumentando a escassez de ambos", alerta o texto, que propõe a integração de políticas para as duas coisas e enfatiza a necessidade de conservação, eficiência e cooperação transnacionais. Outro alerta do texto é por maior preparação contra desastres decorrentes de tsunamis, terremotos e diques que sejam incapazes de conter o aumento do nível do mar.
"Desastres com absoluta certeza ocorrerão", disse à Reuters Michael Clegg, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, acrescentando que o aumento da população global, atualmente em 7 bilhões, vai se concentrar em áreas costeiras, que são mais vulneráveis, e que isso torna "mais importante que projetemos para a resistência".
Os cientistas disseram que os prejuízos globais por desastres naturais superaram os US$ 200 bilhões nos anos de 2005, 2008 e 2011, mas que a perda de vidas em geral é bem mais baixa nos países desenvolvidos. Os governos deveriam focar em esforços para melhorar os sistemas públicos de saúde, fortalecer os códigos urbanísticos e aproveitar a tecnologia da informação para permitir mais rapidez nos alertas e na reação.
Outra recomendação é que os governos estabeleçam uma mensuração mais precisa das emissões de gases do efeito estufa e das florestas capazes de absorver parte das emissões. A declaração é assinada por integrantes de academias científicas dos Estados Unidos, Rússia, China, Grã-Bretanha, Brasil, Canadá, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Marrocos e África do Sul.